Calçadas com superfícies regulares, piso antiderrapante e sem obstáculos. Esta é a meta da Prefeitura de São Paulo para o biênio 2019-2020 para melhorar a mobilidade urbana para quem anda a pé. Para isso, serão investidos R$ 400 milhões na recuperação de 1,5 milhão de metros quadrados de passeios públicos.

O investimento será executado até o fim do próximo ano, por meio do Plano Emergencial de Calçadas, e está previsto no Programa de Metas da Prefeitura. O projeto determina a construção ou reforma de calçadas que não atendam às normas previstas pela legislação municipal.

As 32 subprefeituras da cidade terão, em média, três pontos de obras, nos quais serão instalados piso tátil e rampas. A manutenção será nas faixas de responsabilidade pública e privadas (sem custos para o cidadão) com grande circulação de pedestres, assim como naquelas que os munícipes reclamaram pelo telefone 156. 

Praças, parques e áreas de lazer também deverão ser contempladas. As reformas terão impacto positivo para a população em todas as regiões da cidade, estabelecendo padrões de qualidade e acessibilidade para gestões futuras.

As calçadas deverão ter faixa livre exclusiva para a circulação de pessoas e não possuir desníveis, obstáculos temporários ou permanentes. Deverão ter superfície regular, firme, contínua e antiderrapante, além de possuir largura mínima de 1,20 metro. 

Atualmente, a prefeitura, por meio da Secretaria Municipal das Subprefeituras, está realizando a manutenção de calçadas na rota acessível dos hospitais que ficam nas proximidades da Rua Pedro de Toledo, região da Vila Mariana, na zona sul. 

Foto: Divulgação Secom

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